Relacionamentos & Traições


05/09/2011


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Escrito por agenciabraga às 18h26
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10/10/2009


Causas da infidelidade feminina e a gênese do corno manso.

Falar sobre infidelidade feminina pode ser interpretado como um viés machista, mas perante a obviedade quase genética1 da infidelidade masculina, a traição das mulheres é mais instigante por ser a única a sofrer reprovação unânime, tanto de homens, quanto de mulheres.

Em ambos os sexos o motivo essencial da infidelidade é logicamente a insatisfação com a relação em um ou mais dos seus vários níveis: sexual emocional, intelectual, social, afetivo, etc. Assim, por ser um assunto tão complexo e volúvel, torna-se necessário reduzi-lo a, digamos assim, motivações mais picantes e palatáveis.

Excesso de hormônios2.
As mulheres possuem circulando nas suas veias um determinado hormônio do grupo dos estrogênios chamado estradiol, responsável, entre tantas coisas, pela sensação de feminilidade e auto-estima. Segundo as conclusões de um estudo feito por uma universidade americana, mulheres que apresentam quantidades excessivas deste hormônio ficam mais insatisfeitas com seus parceiros, o que as leva a tentativas de compensação fora da relação monogâmica.

Resposta à infidelidade masculina.
Um alegado motivo deflagrador da infidelidade feminina é a incorrência no adultério como mera resposta ao adultério do marido. Este tipo de alegação oportuniza a pergunta: um ato justifica o outro?

Em busca do homem perfeito.
As mulheres que buscam o Príncipe Encantado podem ser portadoras do Complexo de Cinderela3, sistematizado pela psicóloga americana Colette Dowling. Como jamais encontram o homem ideal capaz de lhes trazer satisfação em todos os níveis, tais cinderelas tem a tendência de pular de galho em galho, naturalmente mediante traições.
Achei no Yahoo!Respostas uma preciosidade que sintetiza singelamente o Complexo de Cinderela:
“A maioria das mulheres quer tudo, homem forte, bonito, sarado, gostoso, bom de cama, rico, auto confiante, carinhoso. Só que nem sempre é possível juntar tudo isso num só homem, então muitas vezes procuramos em mais de um, aí nasce a infidelidade feminina. Vocês concordam amigas? Estou sofrendo desse mal.”

Mulheres fálicas.
Um detalhe difere as Cinderelas das mulheres fálicas, estas apesar de não desejar o príncipe encantando, não querem um companheiro, mas um servo. Este tipo de mulher é amiúde infiel porque o seu grau de exigência em cima do homem é incrivelmente voraz. Elas exigem e cobram sistematicamente tudo do homem, desde a virilidade mais exacerbada até a satisfação das suas mínimas vontades. Como nenhum homem sozinho tem condições de satisfazer plenamente as mulheres fálicas, elas pulam a cerca em busca do escravo perfeito.
Maiores detalhes sobre mulheres fálicas aqui.
Beleza física superdimensionada.
A famosa mulher capaz de parar o trânsito, o “mulherão”, dificilmente será mulher de um homem só, quando basta um aceno para que 50 pretendentes se prostrem aos seus pés. Sempre me pergunto o porquê da verdadeira pandemia de loiras lindíssimas descasadas. Será porque não encontraram pretendente à altura, ou foram chutadas pelos parceiros corneados?





Aparelho genital superdimensionado.

O órgão feminino precípuo para a cópula é a vagina, que tem as seguintes dimensões: tamanho, espessura, elasticidade e lubrificação. O tamanho não é a nossa questão, mas as outras dimensões. Sabe-se que espessura, elasticidade e lubrificação tem uma estreita relação com a quantidade do hormônio estradiol4, já que no decorrer da menopausa5 estas dimensões tendem a definhar. Ou seja, a menopausa é um fenômeno caracterizado pela diminuição drástica do volume excretado pelos ovários dos diversos hormônios estrogênios.

A gênese do Corno Manso.
Alguns estudos associam o superdimensionamento da espessura da vagina à maior tendência de infidelidade. Isto quer dizer que as “superfêmeas” possuidoras de altas doses de estrogênio e, por consequência, dotadas de órgãos sexuais incrivelmente aptos para a atividade sexual, são potencialmente mais infiéis? Tudo leva a crer que quem leva uma superfêmea para casa corre o risco de não privar de uma Sociedade Limitada, mas de uma S.A. Acredito que este tipo de mulher atraia o tipo de homem corno manso, aquele que, mesmo em face da infidelidade contumaz, não consegue dispensar os colossais prazeres da cama.

Referências:
1Infidelidade masculina tem causa genética [MDIG]
2Hormônio pode ser causa da infidelidade feminina [Cabeça de Cuia]
3Complexo de Cinderela [Terra]
4Sex without Estrogen can be dangerous [Canada Free Press]
5Menopausa [UOL]

Escrito por agenciabraga às 13h38
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  SEJA VOCÊ O DETETIVE!

Há apenas uma coisa pior que descobrir que o seu companheiro anda a enganar, que é acusá-lo e depois descobrir que afinal não era verdade.

 

O adultério não depende de si. Trata-se de um sentimento “tóxico” que o seu companheiro sente quando namora, toca, beija ou tem sexo com outra pessoa.

 

Aprenda a descobrir !

 

Sinais de infidelidade*
• Sexo
• Tempo a mais fora de casa
• Viagens invulgares de negócios ou viagens de negócios longas
• Falam frequentemente noutra pessoa
• Chamadas telefônicas misteriosas
• Roupas novas ou progressos pessoais extravagantes
• Gostos recentemente adquiridos
• Felicidade ou tristeza extremas
• Aumento das ameaças
• Ninguém regressa a casa parecendo tão bem como quando saiu


Porque é que os casos amorosos passam despercebidos
• Analise a sua situação como se fosse a de outra pessoa
• Manipulação
• Como é que as mulheres manipulam
• Como é que os homens manipulam
• Deixe-os manipular - não diga nada, ainda


É o pai dos seus filhos? Faça um teste de paternidade
• Laboratórios
• As pessoas sujeitas ao teste
• Importante


As pistas de um caso
• Carteiras, Bolsas e Bolsos
• Recibos
• Cartões de Crédito


Casos na internet
• Como detectar um caso on-line?
• Como apanhar traidores cibernéticos


Formas de vigiar um companheiro infiel
• Telefone de casa
• Celular
• Escutas - em sua casa
• Escutas - no carro dele
• Câmara Oculta
• Segui-los


Como saber se o seu companheiro fez sexo com outra pessoa
• Como é que funciona
• Onde procurar as manchas
• Onde comprar
• Testar uma mulher
• Testar um homem


APANHE-OS!
• Prepare-se
• Observe o seu companheiro
• Contratar um detetive privado
• Decida qual a “armadilha” mais adequada
• Arranje tudo o que precisa
• Teste o equipamento
• Teste as armadilhas
• Verificar
• Apanhe-os
• Decida o que fazer

Escrito por agenciabraga às 12h39
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09/10/2009


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Infidelidade Feminina


* Revista Isto É - número 2037 - Ano 31 - 19 Novembro de 2008


Mulheres Infiéis
 Pesquisas mostram por que elas estão traindo mais e como identificar sinais de infidelidade.

    Fim do expediente. Ela recolhe a papelada da mesa, desliga o computador e sai com a nécessaire a tiracolo em direção ao banheiro. Lá, do alto de seu 1,78 metro, ajeita a meiacalça antes de caminhar sem pressa para a frente do espelho. De olhos bem abertos, começa conferindo um tom mais vivo às bochechas alvas e termina escovando os cabelos castanho-claros até quase a cintura. Faltava apenas o batom, que ela sacou da bolsa e calmamente deslizou apenas no lábio inferior, que, por compressão, tingiu o superior. Do lado de fora da empresa, o rapaz que a aguarda dentro do carro vê a hora no relógio e examina o movimento ao redor antes de checar o penteado no retrovisor. Tudo pronto, ela dá o passo final com uma mensagem enviada pelo celular, enquanto desce as escadas: "Oi, amor, vou entrar em uma reunião aqui no trabalho e chegarei mais tarde em casa."
    O que há de novo no comportamento feminino descrito acima? Não é a mulher protagonizar uma história de infidelidade. Clássicos da literatura, como Anna Karenina, de Tolstoi, e Madame Bovary, de Flaubert, provam que o comportamento é antigo. A novidade, segundo especialistas, é o fato de a traição praticada por elas estar cada vez mais freqüente - e não se revelar apenas no divã do terapeuta. Dados inéditos do estudo Mosaico Brasil 2008, coordenado pela psiquiatra Carmita Abdo, do Projeto Sexualidade (ProSex) da USP, revelam que cada vez mais as brasileiras pulam a cerca.

INSATISFEITA: Carla traiu o marido porque estava infeliz com a sua vida sexual

     Foram ouvidas 8.200 pessoas em dez capitais . Basta um olhar sobre três gerações para ficar claro que o padrão de infidelidade delas vem se modificando. Das entrevistadas acima de 70 anos, apenas 22% confessaram ter tido alguma relação extraconjugal.     O índice sobe para 34,7% para as mulheres entre 41 e 50 anos e atinge o pico de 49,5% entre as de 18 a 25 anos. "A traição masculina ainda é maior, mas está estável. Já a praticada pela mulher tem crescido", afirma Carmita, autora de Descobrimento sexual do Brasil. Nos consultórios, a sensação é a mesma. Especialista em relacionamento amoroso, o psicólogo Aílton Amélio da Silva, da USP, vai ainda mais longe. Para ele, a brasileira trai pouco.         "As oportunidades aparecem diariamente e encontram- se pessoas bonitas o tempo inteiro", diz ele, autor do livro Para viver um grande amor. "Mas, se antigamente havia uma agulha no palheiro, hoje, com certeza, há três."

Na geração até 25 anos, metade das mulheres assume que já foi infiel e o ambiente de trabalho é o local que mais favorece as escapadas.

     Não é à toa que o jardim do vizinho tem parecido mais interessante aos olhos do sexo feminino. O cenário atual é amplamente favorável e a liberação sexual atingiu um patamar único na história, com maridos apavorados queixando-se para o terapeuta que a esposa quer manter relações sexuais todo dia. "Eu não tinha mais sexo em casa. Meu marido não dava conta", diz a gerente de banco paulista Carla* (*nomes fictícios), de 27 anos, que foi casada por cinco anos.     Ela trocou o marido pelo amante depois de passar dois anos mantendo um relacionamento extraconjugal. "Fiquei carente e com quem vou conversar? Com o cara que eu via todo dia: passei a me relacionar com o dono do restaurante onde eu almoçava", conta.
     Especialistas no assunto afirmam que, à luz da percepção social, compreendem-se mais as escapadas femininas, apesar de o machismo ainda imperar. Não são poucos os casos em que a Justiça brasileira determinou o pagamento de uma quantia em dinheiro, como dano moral, para homens que provam ter sido traídos. "As pessoas estão mais corajosas para tomar atitudes. A separação é uma penalidade do adultério. O dano moral é quando o adultério expõe o outro ao vexame, à hostilidade pública e ao desrespeito", explica a advogada carioca Tânia Pereira da Silva, professora da Uerj e membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família (Ibdfam).
     Há uma reviravolta histórica a se considerar também. Se antes à mulher cabia o dever de se entregar a um único homem e passar o tempo cuidando dos filhos e do lar, hoje o quadro é outro. Houve uma queda significativa da taxa de natalidade, conquistada principalmente com a chegada dos anticoncepcionais, e a mulher, livre das amarras domésticas, optou por passar mais tempo nos escritórios e em viagens de trabalho ao lado de outros homens. Estar em contato com o sexo oposto a maior parte do dia pode ser como riscar um fósforo ao lado de uma bomba de gasolina. É o que mostra uma pesquisa feita pela sexóloga americana Shere Hite. Segundo ela, 60% das pessoas que trabalham juntas já tiveram um envolvimento amoroso entre si.

REVIDE: Juliana tem um namorado há dez anos e um amante há dois. Traição do namorado a incentivou a ser infiel.

     Foi assim que a diretora de mar keting carioca Amanda* traiu o marido. "Fiquei com um amigo que trabalhava comigo na festa de final de ano da empresa, em uma boate. Cheguei em casa e meu marido estava dormindo. Deitei ao seu lado e ele nunca desconfiou", diz ela. Com oito anos de relacionamento - metade deles casada -, a diretora de marketing pediu a separação poucos meses depois de ir para a cama com o colega de trabalho. Antes do rompimento, encarava cada vez mais horas extras e saía com amigas com freqüência para não ter de voltar logo para casa. "Meu casamento já não tinha mais sentido", justifica Amanda, hoje, aos 39 anos.


    Entre os casais mais jovens, segundo um estudo da National Science Foundation, da Universidade de Chicago, a razão principal do aumento da infidelidade feminina é a oferta de pornografia na internet. Expor os sentimentos com maior desenvoltura por meio de ferramentas eletrônicas, como sites de relacionamento e programas de mensagem por computador, é característico da mulher da nova geração, mas contagia também pessoas com mais idade. É uma nova forma de manter uma relação extraconjugal. "A internet é o primeiro passo em uma estrada para a traição", alerta Ailton Amélio, da USP. "Mas muitos acham que teclar com outro não configura infidelidade e que isso só acontece quando há envolvimento físico", pontua a sexóloga e psiquiatra Regina Navarro Lins. Vale lembrar: trair é enganar o outro. Seduzir online, sem que isso seja permitido pelo código estabelecido no relacionamento, é infidelidade.
     Na contramão do mito "o homem é sempre o último a saber", um estudo divulgado no mês passado por pesquisadores da Virginia Commonwealth University, nos Estados Unidos, indicou que eles são mais desconfiados e percebem melhor os sinais da traição do que as mulheres. Os dados revelam que 75% deles detectam a infidelidade, contra apenas 41% delas. Outros números da mesma pesquisa explicam que o motivo da percepção aguçada deles é o fato de ainda serem mais infiéis. Dos 203 casais entrevistados, 29% dos homens admitiram já ter traído, contra 18,5% das mulheres. "Os homens percebem com mais facilidade a mentira e a dissimulação porque são mais mentirosos e dissimulados. Ele tende a julgar a mulher pelo que ele faz", analisa o psicólogo Thiago de Almeida, da USP.
     Quem já se arriscou a ter histórias de amor paralelas sabe que o malabarismo nem sempre impede que os pares se cruzem. A advogada carioca Joana*, 29 anos, namorava há dois anos quando se envolveu com o chefe. Os sábados e domingos eram do namorado. Os outros cinco dias, do amante. No escritório, onde trabalha durante dez horas por dia, a paixão pelo chefe ganhou força, e o que deveria ser esporádico se tornou constante. Sem coragem de assumir que já tinha um compromisso, manteve o envolvimento duplo durante um ano em sigilo absoluto. "Muitas mulheres não sabem ficar sozinhas e precisam de uma carta na manga, caso uma das relações chegue ao fim", pondera a psicanalista Rosa Reis, do Hospital Universitário Pedro Ernesto, no Rio de Janeiro.

    Ao namorado, Joana dizia que o trabalho a absorvia nos dias úteis. Ao amante, que precisava dar atenção à família e sair com as amigas nos finais de semana. Culpar a bateria do celular, alegando que, misteriosamente, ela chegara ao fim, também era desculpa. "Ia com um a lugares que eu sabia que o outro jamais iria. Era uma paranóia. Programava o celular para vibrar, evitava MSN, apagava e-mails e tinha medo de trocar o nome deles. Cheguei a contar histórias para um e depois achar que havia falado para o outro", confessa a advogada. Certo dia, o chefe acessou os e-mails de Joana e descobriu uma mensagem do namorado, que se referia a ela por um apelido íntimo. Pega de surpresa, ela não teve tempo de elaborar uma mentira e, hoje, lamenta o fato de ter ficado sem o oficial e sem o paralelo.
     O psicólogo Thiago de Almeida divulgou há três meses uma pesquisa com 544 mulheres e 355 homens e constatou que homens e mulheres são infiéis por motivos diferentes. A maioria dos homens (35,6%) trai pelo efeito novidade e 19,6% pelo prazer e aspecto lúdico. A maioria das mulheres (33,8%) trai por retaliação ou vingança, 19,7% pelo efeito novidade, 15,5% pela carência física e emocional e 11% pelo sexo.

 
NA NOITE Pouca atenção do namorado permitiu que Laís conhecesse outra pessoa na balada

Rápida, prática e vingativa, a funcionária pública paranaense Marisa*, 28 anos não hesitou em dar uma lição no namorado. Dez anos atrás, ele decidiu passar a noite do Natal com outras pessoas e ela deu o troco: chamou um amigo para a ceia na casa dela e ficou com ele. Oito anos depois ela soube de puladas de cerca do namorado. "Descobri que ele havia me traído três vezes. Então liguei para aquele amigo e iniciei o caso com ele. Estou há dez anos com o meu namorado e dois anos com o meu amante", revela. A arquiteta baiana Juliana*, 27 anos, foi mais longe. "Eu não sentia desejo sexual pelo meu namorado. Com raiva e sem nenhuma sensibilidade, ele dizia que eu estava feia e gorda, o que me irritava profundamente", conta. Ela resolveu pedir consolo ao melhor amigo do namorado e passou a noite com ele. Mais tarde o parceiro da arquiteta descobriu tudo e cortou relações com os dois.

 

VIDA DUPLA: Joana conseguiu enganar o namorado e o amante, que era o chefe durante um ano. Hoje está sozinha

 

     Segundo o psicólogo Almeida, é raro a mulher se tornar infiel pelo puro desejo sexual. Em geral, há um envolvimento emocional, uma admiração pelo amante e a manutenção do caso é motivada pela carência e sensação de que não está sendo valorizada na relação. Foi o que aconteceu com a administradora gaúcha Laís*, 26 anos. Depois do primeiro ano juntos, o namorado dela se dizia cansado com freqüência, o que a fez se sentir rejeitada. Para recuperar a auto-estima, ela foi buscar conforto nas baladas de Porto Alegre. "Conheci outra pessoa e ficamos juntos por três meses. Nos falávamos todos os dias pelo MSN e, como meu namorado nunca tinha tempo para mim, não faltava oportunidade para eu encontrar o outro." Laís conta que seu humor deu um salto e, em contrapartida, o namorado passou a questionar o motivo de tanta felicidade. resultado: a gaúcha pôs um ponto final nos relacionamentos e resolveu ficar sozinha.

    Para a sexóloga Regina Navarro, autora de A cama na varanda, tanto homens quanto mulheres sabem que sexo é bom e, cada vez mais voltados para suas individualidades, gostam de variar. Ela cita que Woody Allen mostra isso em seu novo filme Vicky Cristina Barcelona, para o qual ele escalou atores para viver um quarteto amoroso. A sexóloga fala da poligamia como tendência, existe aqui e acolá, mas não predomina. "O pacto de exclusividade é o grande vilão da história.

 

NA NOITE: Pouca atenção do namorado permitiu que Laís conhecesse outra pessoa na balada.

 

    É o responsável pela falta de tesão na relação, uma das razões alegadas por quem decide fazer sexo com outra pessoa", opina Regina. Ela verificou em pesquisas que, para cada marido que perde o desejo pela mulher, quatro esposas se sentem da mesma forma em relação ao parceiro.
     Carioca de 27 anos, a estudante Beatriz Pro vasi conta que pulou a cerca mais de cinco vezes durante os seis meses de um namoro que terminou no ano passado. Para ela, é normal amar uma pessoa e fazer sexo com outra. "É balela essa história de que homem trai por sexo e mulher por amor. As pessoas se moldam à cultura social, que prega a monogamia. Mas nosso instinto é poligâmico", opina. Beatriz, que vive um relacionamento aberto há cinco meses, não havia acordado no namoro anterior que a poligamia deveria ser a prática entre eles. Por isso, considera que foi infiel. "Infidelidade é a falta de honestidade, é trair a confiança", diz ela, que, entretanto, não se arrependeu.

 

 


     Há diferenças entre gerações. Segundo Celso Marzano, terapeuta sexual e diretor do Centro de Orientação e Desenvolvimento da Sexualidade, a culpa é rara entre as mulheres mais jovens e solteiras, e mais intensa entre as maduras, que têm mais a perder, caso sejam descobertas. "As casadas com filhos refletem mais sobre as conseqüências da traição. Elas temem serem julgadas pelos outros e perderem o respeito dos filhos", avalia.

 

LIVRE: Durante um namoro de seis meses, Beatriz viveu romances com várias pessoas e não se arrepende.


     Mudança de comportamento é um bom indício de infidelidade. A gerente de banco paulista Carla*, que passou a ter como amante o dono do restaurante, deixou de procurar o marido na cama e não se incomodava mais quando ele saía com os amigos. "Antes, quando eu chegava mais tarde em casa por causa do trabalho e ele questionava o horário, eu me estressava. Depois que passei a sair com o outro, ele reclamava e eu dizia: 'Estava com o amante, lógico!'. Ele ria comigo e nunca soube do meu caso." Carla* trocou o marido pelo amante, com quem namorou por dois anos. Hoje, solteira, sua conclusão vai na linha "o crime não compensa". "Não conheço ninguém que, de amante, virou oficial e viveu feliz para sempre."

Escrito por agenciabraga às 17h15
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07/10/2009


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Como definir  Traição...


Normalmente justifica-se a traição de três maneiras: desejo de novidade para vencer o tédio de uma relação; afirmação da feminilidade ou da masculinidade; busca de um amor romântico que não existe.

Em todos estes casos homens e mulheres encaram-na de modo diferente. No caso dos homens na maioria das vezes é por se sentirem atraídos e pelas circustâncias lhes serem favoráveis enquanto que nas mulherer tem a ver com decepção, desamor e raiva pelo parceiro.

A infidelidade é um dos poucos assuntos sobre o qual a civilização ocidental é intolerante, por envolver mentira, decepção e o rompimento de um pacto muito forte entre o casal. Contudo, isto torna-se cada vez mais diluído e muitas vezes chega até ser considerado normal.

Para algumas pessoas é fácil perdoar uma traição, se se tratar apenas de sexo, para outras é impensável tal coisa. É importante satisfazermos os desejos de outro, não sou capaz de exigir fidelidade ao meu parceiro caso não lhe dê tudo o que posso, tudo o que ele precise. Não julgo quem trai, não julgo quem mente, há que tratar caso a caso e tentar perceber o porquê, a culpa nunca é só de um, há necessidades que têm de ser atendidas, uma relação dá sempre trabalho e a falta dele tem consequências...

Estarei eu a justificar a traição? Não, só não vejo tudo como traição, para mim um caso pontual, meramente físico, não é traição, para mim trair é ter um caso que envolva sentimentos ou uma prática repetida, o ser humano não é perfeito, erra, arrepende-se, há que perdoar o que for perdoável.

Escrito por agenciabraga às 20h34
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Traição*

A traição acontece quando a pessoa com quem estamos não permite que possamos nos dar conta de que algo não vai bem no relacionamento, ou quando, de alguma forma a confiança é quebrada. Quase todos nós temos idéias equivocadas sobre fidelidade. Existem pessoas que nunca traíram, no entanto não suportam o parceiro. Não somos donos de ninguém e às vezes, nem de nós mesmos, mas a idéia de posse existe em quase todos os relacionamentos estáveis. De uma maneira geral, numa relação estável as cobranças de fidelidade são normais e aceitas. O medo de ficar sozinho é tão grande que é difícil encontrar quem não se submeta. Reprimir os desejos não significa eliminá-los. Quando a fidelidade acontece por concessão que se faz ao outro, o preço se torna muito alto e  pode invalidar o relacionamento. Toda vez que nos encontramos em um relacionamento, surge uma  grande insegurança que alguns chamam de ciúme, de sermos trocados por outra pessoa. No outro, é depositada a certeza de que seremos cuidados e não estaremos sozinhos. Na nossa cultura repressora e patriarcal, a traição é mais comum entre homens que são educados para não desperdiçarem nenhuma oportunidade de demonstrarem sua masculinidade, que é confundida com o desempenho sexual.
Apesar de condenada pela igreja, a infidelidade masculina foi aceita socialmente com a velha e boa desculpa do instinto.
Muitas mulheres aceitam o caso dos maridos porque não têm independência econômica. Omite-se na relação e minguam. Acomodadas, temem pela família e por elas mesmas. São reféns do próprio casamento. Graças a Deus esse quadro está mudando e já não aceitamos passivamente a idéia de dividirmos o que é nosso. Hoje em dia, nos vingamos com a mesma moeda ou nos separamos.
A poligamia existe em 84% das sociedades humanas e as relações extraconjugais estão presentes em todas as culturas. Em resumo, para o homem é bonito. Apesar de ainda se afirmar que a mulher é mais recatada que o homem no sexo, em outras épocas as mulheres foram consideradas perigosas, donas de uma sexualidade incontrolável. O costume dos véus se desenvolveu nas sociedades islâmicas, porque acreditavam na extrema capacidade de sedução das mulheres. No cristianismo os homens eram orientados a fazer sexo regularmente com suas esposas, pois se considerava que o impulso sexual delas era maior que o deles.

Razões que leva a traição????

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    •  
      • Pela sensação de perigo;
      • Por vingança;
      • Por necessidade de autoconfiança;
      • Por vaidade;
      • Por insatisfação;
      • Pelo novo;
      • Por carência;
      • Para experimentar;
      • Por que acham que estão sendo traídos;
      • Por não terem certeza de que estão com o melhor;
      • Para ter certeza de que ama;
      • Por que a grama do vizinho é sempre mais verde;
      • Pela sensação de liberdade;
      • Quem come mal, está sempre beliscando;
      • Por nada. 

O ser humano é passível de erro e   as pessoas traem, ou são traídas. A carne é fraca, você sabe.
Para trair os homens precisam apenas de um lugar, as mulheres de um motivo. 
Desejar é da natureza humana. Todos desejamos! Não interessa o quão politicamen
te incorreto isso seja.
É muito simples trair, basta querer, porém, quem precisa de uma “muleta” em um relacionamento, deve parar e refletir seriamente sobre seus ideais.
Pelo menos na teoria, quem ama respeita e quem respeita não trai.
Tanto faz se a traição se origina numa insatisfação consigo mesmo, ou com o outro. A traição é uma defesa e tem fortes componentes de vaidade e narcisismo.
A falta de comunicação entre os casais é um dos fatores que levam à infidelidade, são situações nas quais os envolvidos deixam de dialogar entre si, transferindo essa comunicação para outra pessoa, optando por uma saída aparentemente mais fácil. Excluem por vários motivos a possibilidade de crescer com seu parceiro e passam a acreditar que só terão alegrias fora do relacionamento. Nesses casos, eles não abrem espaço
para a autocrítica, os elogios caem em desuso e as fantasias são jogadas sob o tapete.
Não há estímulo que resista a isso, principalmente se a questão é agravada pelo ciúme e pelo sentimento de posse. Seria mais adequado tentar reencontrar a harmonia, em vez de utilizar uma terceira pessoa como alicerce permanente de uma relação que vai mal. O homem costuma viver a infidelidade como um caso superficial. Já para as mulheres a infidelidade enriquece o cotidiano, testa a capacidade de sedução e aumenta o autoconhecimento. Mulheres ainda procuram fantasias e a afirmações de sua feminilidade. Outro fator que contribui, é a intimidade excessiva. A rotina, o nada de novo em que se transformam os casais. Neste ponto de vista, talvez a infidelidade ajude o casal, ela dá uma remexida na acomodada vida a dois e nos obriga a reconquistar o que já julgávamos nosso. O problemas é que escorregadelas podem virar tombos doloridos.
Existem pessoas que traem para suportar o que falta no companheiro, mas não existe no mundo todo pessoas capaz de preencher todas as nossas necessidades. A traição tem a primeira brecha quando o respeito que existe na relação acaba.
A infidelidade é quase sempre uma conseqüência. Quando as coisas não vão bem, essa é uma via freqüente para outro relacionamento, onde você procura o que falta no seu. Como se a covardia de se tomar as decisões doloridas, mas necessárias, fosse um certificado dando o direito de trair.

O grande dilema é que as pessoas não resolvem seus problemas, dedicando-se ou terminando o casamento e sim, fazendo "arranjos falsos", que permitem mantê-lo estável, aparentemente. Às vezes, essas pessoas até sabem que seus relacionamentos acabaram, mas por culpa, medo, ou até pela segurança de propósitos práticos, como a situação financeira, relutam em abandoná-lo.

Pouca gente nos dias atuais está disposta a aturar dissabores em nome da preservação do casamento. As pessoas andam mais exigentes nas relações e só ficam juntas se estão felizes de verdade.
Chega um momento, em que o desgaste é tão grande que você começa a vislumbrar a possibilidade da traição. De qualquer forma, a infidelidade é um acontecimento muito mais suportável do que a separação.
A religião: Isso, sem falar na culpa religiosa, que não se questiona. O casamento foi criado por Deus e quem somos nós, para dizer o contrário? O casamento é um sacramento e ninguém gosta de mexer com o que é sagrado. Existe a obrigação implícita de ter de estar com o parceiro, mesmo quando já não há mais amor. O pior, é que essas imposições assumem a aparência de escolhas livres. Esquecemos que todas as boas soluções são baseadas na liberdade, e que mesmo que eu ame muito, não amo muito o tempo todo. A ditadura por ela estabelecida, reza que seja eterno e que seja sempre a mesma pessoa a estar ao seu lado nessa comédia que é a estrada da vida.

Os indícios não deixam dúvidas. Onde há fumaça, há fogo. A noticia é que você foi traído(a). A boa noticia é que provavelmente a pessoa que te traiu era um(a) imaturo(a) emocional, um(a) idiota do(a) qual você está finalmente livre. O assunto deixa as pessoas desconfortáveis, mas é preciso saber lidar com as próprias feridas.
Quem foi traído se sente inseguro, humilhado e ressentido. Sentimentos que dificilmente gostaríamos de experimentar.
As mulheres, que sempre foram mais condescendentes, hoje se dão conta que o perdão é uma escolha e não um dever.
Eu sei que dói muito e é o tipo de dor que não dá para se pôr à mão.
Mas a boa notícia é que seres humanos se adaptam a tudo. Vivemos a dor e absorvemos. Vai passar. Tenho certeza.
É como estar sendo substituído, em momentos que já se foi único.
Raiva, ciúmes, tristeza, decepção, desejo de vingança, ressentimento, são apenas alguns dos sentimentos que a traição provoca, pois como dizem a traição têm o poder de desencadear o maior número de sentimentos.
Mexe com a autoconfiança, quebra o suposto acordo de honestidade que antes havia. A cumplicidade foi quebrada.
Ninguém esquece uma traição, muito menos um homem, pois aí entra em cena a nossa cultura machista, que é ridícula, mas forte. Além do que, é mais simples para as mulheres, pois sempre temos certeza de que o filho é nosso!
Ser corno é fato e não estado de espírito.
Se fosse comigo, eu me vingava, mas aí vai de cada um.
Curtir fossa, por pior que seja, também pode ser uma boa, pois pode ajudá-lo(a) a ser uma pessoa mais forte.
Faça de seu travesseiro seu melhor amigo. Ninguém suporta gente chorona e o choro vai ser inevitável.
É apenas um método dolorido para descobrir o seu valor.
Aprenda a definir prioridades em sua vida, mesmo que essa seja imaginar a maneira mais suja de fazer algo de muito ruim para quem te traiu. Escolha o essencial.
O mais importante é saber que quem tem um desvio (no mínimo de personalidade), foi quem traiu e não você.
Acima de tudo...Supere! Manter a ferida sangrando não adianta nada e você perde um tempo precioso da sua vida.
Não deixe que os prejuízos psicológicos se tornem faturas impagáveis.
Não de vitimize no papel de traída(o).
O perdão não é uma virtude fácil de ser exercida.

 

Escrito por agenciabraga às 19h29
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Traição

Saiba como identificar uma possível traição conjugal


Segundo pesquisa do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) apenas um em cada quatro brasileiros casados espera que o parceiro seja fiel. Isso significa que 75% das pessoas casadas acreditam que serão traídas. Já a pesquisa quantitativa com 1.279 homens e mulheres do Rio de Janeiro, coordenada pela antropóloga Mirian Goldenberg, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, revelou que 60% dos homens e 47% das mulheres se confessaram infiéis.


Saiba como identificar algumas atitudes que podem indicar uma possível traição no casamento. Suas chances de estar sendo traída(o) aumentam quando:
1  - Exposição insinuantes e provocativas desnecessárias.
2  - Ficar longos períodos na net ( msn, orkut, emails ).
3  - Evita o parceiro e não demonstra entusiasmo sexual.
4  - Estrutura psicológica abalada e com oscilações.
5  - Depressão contínua e muito dependente do parceiro.
6  - Projeta seus interesses em um único assunto.
7  - Manter-se afastada de  familiares.
8  - Aceitar com passividade sua ausência.
9  - Necessidade de elogios constantes.
10 - Receber ligações estranhas, se afasta ou diz que é engano.
11 - Aparecer com presentes, flores e objetos.
12 - Viagens a trabalho passam a ficar mais frequentes.
13 - Começa a cuidar do corpo e a fazer ginástica.
14 - Passa mais tempo criticando voce do que lhe elogiando.
    • Outras probabilidades
      Segundo a psicóloga americana Shirley Glass, existe uma grande diferença entre os motivos que levam à traição fazendo com que a percepção que os homens têm sobre a infidelidade feminina seja bem diferente da realidade.

      Os homens geralmente não têm a mínima ideia de quando a mulher está vivendo um romance fora do casamento, ao contrário das mulheres, que, segundo constatou, estão certas em 90% das vezes em que desconfiam. Sua tese afirmava os indicios são geralmente ao contrário. Por exemplo: não passa pela cabeça de grande parte deles que a mulher possa se interessar por um tipo mais velho, careca e com uma barriguinha saliente. O marido, tende a desconfiar do homem bonito, jovem e sarado. No entanto, se o sujeito da barriguinha apresentar bom desempenho (emocional, ressalte-se, traduzindo-se em paparicações e demonstrações de afeto), terá boas chances. Em alguns casos, a perfídia (deslealdade) feminina não é apenas paranoia dos machões.


  • Depois de começar a trair meu marido, passei a tratá-lo como um reizinho em casa. Ele não percebia nada, embora eu ficasse muito ausente – inventava cursos de cerâmica, mil viagens de trabalho, passava o dia na internet, tinha dois endereços de e-mail que meu marido ignorava. Eu sabia que ele jamais descobriria porque ficaria procurando contas de cartão de crédito ou chamadas no celular, coisas que, obviamente, eu escondia.

    conta uma advogada carioca de 41 anos, que manteve um caso extra-conjugal por três anos.

    As principais causas que levam uma pessoa a trair outra são: carências, insatisfação em relação a desejos e expectativas com o cônjuge, vingança, estímulo provocado pela sensação de perigo, busca pelo novo, questões culturais, falta de caráter.

    Traição conjugal é considerada como a quebra de um compromisso de fidelidade. É uma violação de regras e limites mutuamente acordados em um relacionamento. Em sua acepção mais comum, a fidelidade é manter relações amorosas somente com uma pessoa que é sua parceira ou parceiro. Portanto, a trair é quebrar este pacto tácito de manter relações sexuais com uma pessoa que escolhemos como parceiro ou parceira. Ou seja... é uma sacanagem. Antes de trair, termine o relacionamento. É mais bonito.
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     Muitas mulheres acreditam que nenhum homem presta e todos são infiéis. Depois de sofrerem décadas com o título de cafajestes, eles disputam com a mulherada no ranking de infidelidades e traições.ma música da cantora Wanessa Camargo, com o nome de “culpada”, diz que “os homens não são os únicos com amores escondidos, é que as mulheres escondem bem melhor o proibido”. Será verdade? 

    A bancária Priscila* concorda. Ela namorou por três anos e meio e nesse meio tempo traiu o ex duas vezes. Na primeira, tinha quatro meses de namoro. “Fazia um ou dois meses que eu tinha entrado na faculdade. Foi coisa de momento, impulso, no bar. Todo mundo alcoolizado. Meu namorado ia para Porto Seguro e eu liguei o ‘dane-se’”, conta a bancária. Apesar do descaso no momento, Priscila garante que se arrepende muito.“Aprendi muita coisa e sofri muito. Graças a Deus, ele nunca descobriu. Sempre me sinto mal por isso. Ficou uma sensação horrível, mesmo depois de um minuto que eu fiz aquilo. Foi muito estranho, eu sabia que ele não merecia aquilo”, garante.Apesar do arrependimento, a bancária o traiu novamente. “Desta vez, foi quando ele foi para Porto. Mas esse eu não me arrependi não. Me senti aliviada, afinal, eu sei como é Porto e estava muito difícil aceitar aquela situação (da viagem do namorado)”, afirma.

    Com Bruna* foi diferente. Quando estava com seis anos de casamento, a dançarina foi flagrada por seu ex-marido com seu amante. Bruna estava em sua casa com o outro, com quem se relacionava havia um ano, pois acreditava que o ex voltaria tarde. “Levei um susto. Ele devia estar desconfiando de algo. Entrou com tudo no apartamento, corri para o banheiro e o Pedro* para o nosso quarto. Meu ex arrombou o banheiro e me puxou com tudo de lá, sem roupa. Bateu no Pedro e colocou ele para fora, mas em mim não colocou a mão”, conta.O bate-boca foi feio e os vizinhos precisaram interferir. “Meu vizinho teve que segurar ele, porque estava descontrolado. Com mais calma, outro dia, conversamos e optamos pelo divórcio”, diz a dançarina.

Escrito por agenciabraga às 16h28
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14/09/2009


Relacionamento

 

Relacionamentos: 

 

O que leva um relacionamento ao desgaste? De que adianta um dos lados se esforçar ao máximo se do outro lado não há reação? Até que ponto vale a pena continuar investindo? Voce se sente feliz dessa maneira? Tem como reverter essa situação? Vamos analizar uma situação hipotetica e tirarmos nossas conclusões: Um jovem casal na faixa de trinta anos,  juntos ha mais de dez anos e com filhos,  ambos desempenham atividades profissionais distintas e por conta disso sua convivencia torna-se desgastante. Com o passar dos anos,  a rotina faz com que o que era amor transformar-se em amizade, isso é sinal que o relacionamento esta desmoronando. A partir deste ponto, em virtude da insatisfação dos pares é natural que procurem alternativas para satisfação pessoal dos envolvidos. Mas tem que se tomar os  devidos cuidados pois as ações não poderão ser apagadas desse relacionamento. O que sentiria voce e que reação teria se soubesse que seu parceiro simplesmente resolveu se aventurar em outros relacionamentos a sua revelia e conhecimento. Como poderia um parceiro de tantos anos trair sua confiança e não ter consideração por voce e se relacionar com outra pessoa. Quando isso acontece pode ter certeza que acabou não só o relacionamento como também o respeito, a confiança, a solidariedade e o amor , essa pessoa além de tudo é covarde por acobertar tal situação. O que fazer nessa hora? Recomece e seja feliz.

Como preparar-se para o  término de uma relação:

  A primeira coisa é ter a consciência que se aconteceu com um parente proximo, pode tambem acontecer com voce. Esteja com o espirito preparado. O primeiro sentimento é o de vingança, vale lembrar que embora voce tenha uma estoria com essa pessoa, voce não nasceu junto dela e tudo na vida tem um começo, meio e fim. Talvez tenha chegado o término dessa estória ou a partir de agora ela terá uma nova trajetória em que voces deixarão de serem os protagonistas principais. Lembre-se sempre é tempo de recomeçar. A vingança é um sentimento de vibrações baixas e normalmente conduzem a algum tipo de violencia, o que é inconcebivel nos dias de hoje. ( vide Lei Maria da Penha ). Um ato impensado pode resultar em problemas futuros graves. Não queira encontrar justificativas, culpados ou motivos, aceite esse momento dificil como parte do seu crescimento espiritual e lembre-se que a vontade de Deus prevalece sobre os homens. Ser resignado não significa ser vítima, afinal cada um carrega sua própria cruz. Esteja preparado para uma nova vida, busque em Deus seu equilibrio. 

 

EVITE  SER  TRAÍDO: 

Para as mulheres, uma verdade! (Para os homens, a realidade).
Você deve estar perguntando porque eu gastaria meu precioso tempo falando sobre isso. Entretanto, a aflição masculina diante da traição vem me chamando a atenção já há tempos.
Mas o que seria uma 'mulher moderna'?

A principio seria aquela que se ama acima de tudo, que não perde (e nem tem) tempo com / para futilidades, é aquela que trabalha porque acha que o trabalho engrandece, que é independente sentimentalmente dos outros, que é corajosa, companheira, confidente, amante... É aquela que às vezes tem uma crise súbita de ciúmes mas que não tem vergonha nenhuma em admitir que está errada e de correr pros seus braços... É aquela que consegue ao mesmo tempo ser forte e meiga, desarrumada e linda... Enfim, a mulher moderna é aquela que não tem medo de nada nem de ninguém, olha a vida de frente, fala o que pensa e o que sente, doa a quem doer...
Assim, após um processo 'investigatório' junto a essas 'mulheres modernas' pude constatar o pior.

VOCÊ SERÁ (OU É???) 'corno', ao menos que:
- Nunca deixe uma 'mulher moderna' insegura. Antigamente elas choravam.Hoje elas simplesmente traem, sem dó nem piedade.
- Não ache que ela tem poderes 'adivinhatórios' . Ela tem de saber da sua boca o quanto você gosta dela. Qualquer dúvida neste sentido poderá levar às conseqüências expostas acima.
- Não ache que é normal sair com os amigos (seja pra beber, pra jogar futebol) mais do que duas vezes por semana, três vezes então, é assinar atestado de 'chifrudo'. As 'mulheres modernas' dificilmente andam implicando com isso, entretanto, elas são categoricamente 'cheias de amor pra dar' e precisam da 'presença masculina'. Se não for a sua meu amigo... Bem...
- Quando disser que vai ligar, ligue, senão o risco dela ligar pra aquele ex bom de cama é grandessíssimo.
- Satisfaça-a sexualmente. Mas não finja satisfazê-la. As 'mulheres modernas' têm um pique absurdo em relação ao sexo e, principalmente dos 30 aos 42 anos, elas pensam, e querem fazer sexo TODOS OS DIAS (pasmem, mas a pura verdade)... Bom, nem precisa dizer que se não for com você...
- Lhe dê atenção. Mas principalmente faça com que ela perceba isso. Seja muito carinhoso, sempre. Garanhões mau (ou bem) intencionados sempre existem, e estes quando querem são peritos em levar uma mulher às nuvens. Então, leve-a você, afinal, ela é sua ou não é????
- Nem pense em provocar 'ciuminhos' vãos. Como pude constatar, mulher insegura é uma máquina colocadora de chifres
- Em hipótese alguma deixe-a desconfiar do fato de você estar saindo com outra. Essa mera suposição da parte delas dá ensejo a um 'chifre' tão estrondoso que quando você acordar, meu amigo, já existirá alguém MUITO MAIS 'comedor' do que você... só que o prato principal, bem... dessa vez é a SUA mulher.
- Sabe aquele bonitão que você sabe que sairia com a sua mulher a qualquer hora? Bem... de repente a recíproca também pode ser verdadeira. Basta ela, só por um segundo, achar que você merece... Quando você reparar... já foi.
- Tente estar menos 'cansado '. A 'mulher moderna' também trabalhou o dia inteiro e, provavelmente, ainda tem fôlego para - como diziam os homens de antigamente - 'dar uma', para depois, virar de lado e simplesmente dormir.
- Volte a fazer coisas do começo da relação. Se quando começaram a sair viviam se cruzando em 'baladas', 'se pegando' em lugares inusitados, trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito grande, e a de é sentir falta disso então, imensa. A 'mulher moderna' não pode sentir falta dessas coisas ... senão...

Bem amigos, aplica-se, finalmente, o tão famoso jargão 'quem não dá assistência, abre concorrência e perde a preferência'.

Deste modo, se você está ao lado de uma mulher de quem realmente gosta e tem plena consciência de que, atualmente o mercado não está pra peixe (falemos de qualidade), pense bem antes de dar alguma dessas 'mancadas'...
Proteja-a, ame-a, e principalmente, faça-a saber disso. Ela vai pensar milhões de vezes antes de dar bola pra aquele 'bonitão' que vive enchendo-a de olhares, mandando recados por e-mails ou deixando na caixa de mensagens dos celulares... e vai continuar, sem dúvidas, olhando só pra você!!!

'Quem não se dedica, se complica.'
Como diz uma amiga: MULHER NÃO TRAI, APENAS SE VINGA


Arnaldo Jabor

 

Escrito por agenciabraga às 12h54
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